É este o resultado que a Bitdefender detetou durante duas semanas. Estas mensagens maliciosas constituem já 90 por cento do tráfego de correio eletrónico, constituindo a causa de crescentes gastos por parte das empresas em eliminar este tipo de emails.
A este valor por segundo juntam-se os 264 milhões de mensagens por dia, sendo que 1.14 por cento dos emails apresentam anexos. E são sobretudo estes os mais perigosos, visto que levam o utilizador a páginas fraudulentas, segundo avalia a Bitdefender.
Numa análise mais detalhada aos arquivos com anexo revelou que dez por cento incluem malware e formulários enganosos.
De particular importância é a presença de arquivos PDF unidos com JSS e a coleção de arquivos DOC/DOCS. Trata-se de um vetor conhecido de infeções a nível corporativo, já que estes formatos de arquivo são normalmente utilizados nas operações comerciais e não são bloqueados por defeito pela firewall.
Quando o spam toca às empresas o caso muda de figura, pelo que constitui em situação de largos custos de tempo e dinheiro para as empresas. Ou seja, se cada trabalhador gasta dois minutos por dia a gerir o spam – recebê-lo, abri-lo, identificá-lo e eliminá-lo – isto supõe dez minutos por semana e cerca de 520 minutos por ano, ou seja 21 horas. Se a cada hora de trabalho a empresa paga uma média de seis euros, o spam constitui 126 euros ao ano por trabalhador. Assim sendo, uma empresa de 50 trabalhadores gastará 6.300 mil euros, numa empresa de 100, 12.600 euros e assim adiante.
À acumulação de spam junta-se os custos de armazenamento, perda de banda larga, problemas derivados da abertura de spam, entre outros. A este último comportamento define-se que 78 por cento dos incidentes de perdas de dados nas empresas deve-se a esta atitude.
Fonte: Newsline
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